sexta-feira, 14 de novembro de 2008

EXTRA! EXTRA! O velho levou um tiro no saco.

Adega da Jolie entrevista com exclusividade o Vampiro.

Adega: Em primeiro lugar, nós, as pastorinhas e dom pastor, gostaríamos de agradecê-lo. Em toda nossa negociação com a Record, o senhor se mostrou muito solícito, muito obrigado.
Vampiro: Nada que...

Adega: É a sua primeira vez no Brasil?
Vampiro: Não, já vim aqui pelo menos umas 4 vezes. A 1ª foi no carnaval de 1870. Minha nossa, me lembro como se fosse ontem: Chiquinha Gonzada, depois de 7 doses de dry martini e de uma pilulazinha de êxtase, estava fazendo helicóptero em cima da mesa. Bela mulher! A 2ª foi no Rock'n Rio, a 3ª foi no ano passado, na parada
gay do Rio e a 4ª quando vim pedir a mão de minha ex-noiva.


Adega: Como foi a reação de sua mãe ao saber que você não queria se casar com Grazi?

Vampiro: Ah, ela ficou muito chocada. Na verdade nosso casamneto era arranjado.
A família de Grazi era, e ainda é, dona do maior banco de sangue do mundo. Minha família cuida da aromatização, do fescor, da pureza. Nós estávamos em busca de uma fusão. Querendo juntar a fome com a vontade de comer.

Eu fui noivo dela durante uns 12 anos... rs


Adega: Isso foi antes ou depois do profissional?

Vampiro: Foi antes, bem antes na verdade. E, bom, nem sei se devo falar disso, mas, enfim. Em nossas relações, eu não sentia gosto no sangue dela. era tudo
meio sem sal, como aquela garota do,... não consigo me lembrar...


Adega: FANTÁSTIICO!

Vampiro: É, essa mesma, só que no tempo da Gal. Eu não tinha interesse naquela moça.


Adega: Saiu na internet, há alguns anos, umas fotos suas e do Papa em Ibiza. Vocês eram muito próximos?

Vampiro: sim. Mas nossa amizade não resistiu as nossas difernças. Quando eu o conheci, ele era coroinha. Nós jogávamos bola, empinávamos pipa, mordíamos fronha. Era uma bela amizade. Depois, em virtude dos anseios católicos ele se mudou para o Vaticano. Nessa época, fundei uma ONG em prol dos vampiros aidéticos.
Uma vez apenas depois de Ibiza, eu encontrei Jax. Eu ainda tinha a ONG e pedi a ele que me ajudasse com o Vaticano na questão da camisinha, afinal, quem pode ser mais prejudicado que nós vampiros.
Ele se recusou veementemente...
Nunca nos falamos depois.


Adega: Na semana retrasada, um tablóide alemão divulgou a seguinte frase: "Eu tô apavorado! Não gosto nem de pensar em que tipo de droga Maysa está consumindo!" Ao que exatamente o senhor se referia?

Vampiro: Isso foi um mal entendido. A Maysa é da leva de leva de parentes meus mais distintos. Primos de primos de primos e por aí vai. Eu disse sim, que não estava entedendo algumas das atitudes dela. Mas no fundo somos amigos de freqüentar barzinhos juntos, sair para as quebradas. Foi inclusive Maysa me apresentou Gal.


Adega: Foi um prazer. Agradecemos novamente.

Vampiro: Nada que...Afinal de contas eu só estou esperando a minha bezerra morrer para eu voltar a pensar.

5 comentários:

  1. Caramba!
    Vcs andam se drogando msm em!
    ahuahauhauahuahauahauhauh

    Se Houve Ou Se Não Houve
    Alguma Coisa Entre Eles Dois
    Ninguém Soube Até Hoje Explicar
    O Que Há De Verdade
    É Que Depois, Muito Depois
    Apareceu a Estrela Do Mar

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  2. eeeeeeeeeeeeu neeeeeeeeeeeeeegooooooooo

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  3. ******* Esse vampiro deve ser parente do

    Barrichelo ou do Obina...........


    Afffffffffffffff.........?????????

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